Triunfo Pessoal

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CAPÍTULO 11

A individuação

O Numinoso

Genericamente, individuação é o processo que tem por objeto individuar, isto é, apresentar e definir qualquer expressão individual. A Filosofia antiga, através dos seus mais nobres luminares, tentou encontrar respostas próprias para a individuação.


Platão e Aristóteles particularmente, estabeleceram--na como a conquista da importância das questões relativas à articulação da realidade em consonância com os mecanismos desencadeadores das ideias e dos conceitos. Posteriormente, ficou estabelecido que poderia ser encontrada na relação que existe entre os diversos gêneros e espécies, como também na mesma relação entre cada um e a matéria.


Diversas correntes apareceram mais tarde entre os escolásticos, por exemplo, os nominalistas extremos, que consideravam a necessidade de uma ideia vinculada à coisa, pois que, deixando de existir qualquer forma de realidade determinada, a questão deixava também de ter um caráter de individualidade, tornando-se universal, não podendo ser compreendida mediante convenções e existindo apenas na mente.


Já o tomismo centralizava-a na matéria, em face da constituição das substâncias criadas sensíveis, desde que as formas independentes possuem o princípio da individuação, o que equivale dizer que podem ser simultaneamente espécie e individualidade. Com muita perspicácia, porém, São Tomás de Aquino foi mais profundo, procurando demonstrar que esse princípio encontra-se não apenas na matéria, mas é aquela que se encontra em certas dimensões. Posteriormente, Locke estabeleceu que o princípio da individuação é a própria existência. Não ficaram, porém, aí, as elucidações filosóficas; prosseguindo através de outros pensadores como Schopenhauer; Leibniz, Spinoza... Por fim, o princípio da individuação pretende elucidar que cada indivíduo é diferente dos demais.


Toda a trajetória existencial humana tem por finalidade a conquista da individuação, que ainda, do ponto de vista filosófico; pode ser considerada como o processo através de cujo princípio pode-se diferenciar o individual do universal, conseguindo esse uma identidade própria.


Sob o ângulo psicológico, o princípio da individuação enseja o desenvolvimento de uma pessoa para conquistar a sua realidade própria com as suas características e autônoma sob os vários aspectos considerados.

O eminente Dr. Carl Gustav Jung considera, no entanto, a individuação, como todo um processo intrapsíquico duradouro e autônomo, através do qual a psique consciente assimila os conteúdos que permaneciam inconscientes na imensa área do inconsciente pessoal e coletivo. E o momento da conquista da consciência, do discernimento claro, da conscientização do Si-mesmo. Esse processo pode dar-se naturalmente ou através de cuidadosa psicoterapia.


Graças a essa conquista é possível separar a personalidade individual do coletivo, ao tempo em que se adquire consciência de responsabilidade social e humana pelo coletivo.


Esse processo é longo e não se dá de um para outro momento.


Ainda, segundo o mestre de Zurique, a primeira fase da existência humana é dedicada ao desenvolvimento e à formação do Eu. Posteriormente, a partir dos quarenta anos, tem início o crescimento que conduz o ser à conquista de um Si-mesmo psíquico integrado. Isto não equivale dizer que muitos indivíduos não consigam a sua realização, que ocorreria somente após a referida idade. Sucede, porém, que na maturidade, quando os conteúdos psíquicos encontram--se com mais harmonia em razão das conquistas psicológicas de toda a trajetória vivenciada, o auto encontro torna-se mais fácil. Casos há, no entanto, em que os distúrbios, por sua vez, malconduzidos durante toda a existência, nessa fase etária acentuam-se, desencadeando transtornos graves, ainda mais porque se iniciam, mais ou menos, nesse período, as primeiras mudanças orgânicas que respondem pela andropausa e pela menopausa, com as suas variantes que dizem respeito à idade cronológica.


A busca da individuação constitui o grande desafio existencial; especialmente para aqueles que conduzem as pesadas cargas procedentes das reencarnações passadas, que desencadeiam conflitos e tormentos que necessitam de conveniente psicoterapia, a fim de serem superados, já que esses fatores ultrapassam os conhecidos conteúdos responsáveis pelos transtornos neuróticos e psicóticos. No Espírito, portanto, jazem as causas profundas do desequilíbrio que deve ser revertido durante o processo libertador pela individuação.


O Ser Humano E O Self

O nobre Maslow estabeleceu uma hierarquia de necessidades; através de cuja escala, aquelas de natureza fisiológica mais primárias estariam em baixo, enquanto que aqueloutras, que dizem respeito à segurança, à realização do amor e do bem se encontrariam acima, culminando na mais elevada, a que diz respeito à realização pessoal, que se estabelece quase no ápice da sua pirâmide, que representa as diversas necessidades humanas.


Isto porque, segundo ele mesmo, muitos estudiosos da Psicanálise como do Behaviorismo veem as criaturas desenvolvendo um grande esforço, a fim de se libertarem das tensões ou para compensarem quaisquer faltas que lhes chamem a atenção.


Seria uma forma de comportamento pessimista, ao mesmo tempo negativista inerente à constituição humana. Assim sendo, as pessoas teriam que renunciar a algo, a fim de terem paz e não propriamente de lutarem por conseguir o que pretendem.


Representaria um comportamento no qual se trabalharia para se verem livres da dor, da fome, do desespero, das exigências do sexo...


Assim, Maslow designou essas como necessidades deficitárias; nas quais subjaz a busca da realização social, de prazer, de promoção na comunidade. Dever-se-ia conseguir as coisas pelo que elas mesmas significam, pelo bem-estar que produzem, pelo sentido de estimulação que proporcionam, como os esportes, as viagens, as leituras edificantes, os intercâmbios espirituais e emocionais, constituindo experiências enriquecedoras pelos seus conteúdos intrínsecos. Nisso haveria diferença entre os seres humanos e os animais outros, em razão desses últimos buscarem a satisfação somente através da eliminação da fome, da descarga sexual, jamais através de outros valores que são próprios do ser pensante.


E óbvio que a presença da dor de qualquer matiz atormenta e dificulta que alguém possa fruir o bem-estar que decorre da estesia, da beleza, da arte, das ações enobrecedoras...


Na visão do nobre estudioso, as pessoas somente se interessariam pelas conquistas das necessidades mais elevadas após terem as baixas, as fisiológicas, satisfeitas. Trata-se de uma conclusão bastante lógica, todavia, nem todas as criaturas estão incursas na observação perspicaz, porque muitos artistas; cientistas, estetas, místicos, procuram entregar-se aos objetivos que perseguem, mesmo quando experimentando necessidades; como a fome, a dor, a perseguição gratuita, etc.


A realização pessoal, nessa pirâmide de Maslow, é a penúltima conquista, como a necessidade que precede às experiênciaslimite. No entanto, essas experiências-limite somente se fazem possíveis, após a realização pessoal e quando todas as demais encontrarem-se atendidas, especialmente aquelas, as mais baixas - fome, sede, dor, segurança, apoio - estiverem resolvidas.


O Self na concepção humanista, é igualmente muito importante, exatamente por proporcionar uma experiência subjetiva, que pode ser interpretada pelo que se sente e se anela neste momento e onde se encontra. Segundo essa conceituação, o Si-próprio desenvolve-se na primeira infância e prossegue envolvendo o sentido de Si mesmo do indivíduo, o que lhe constitui o Eu, como a força que o propele para a tomada ou não de decisões e de comportamentos que lhe constituem os desafios existenciais. Igualmente assume o conteúdo do Si próprio desse indivíduo como uma espécie de objeto, o mim, que é identificado e desperta a afeição ou a repulsa, que é percebido, e aceito ou recusado.


Foi Rogers quem estabeleceu que o mais relevante objetivo para a conquista da saúde mental é a realização pessoal do Si próprio.


Para essa aquisição, deve a criança, desde cedo, mediante a educação no lar, receber uma atenção cuidadosa, incondicional; para que se sinta aceita sem qualquer reserva. Como nem sempre será possível concordar com tudo quanto a criança faz, crê Rogers que sempre haverá uma condicional, uma negociação; embora inconsciente entre os pais e ela, quando aqueles propõem determinadas condições para o amor, como a criança ser bem procedida, estudiosa, asseada, obediente, o que suprimiria na mesma alguns componentes do Si próprio, a fim de ser bem recebida, o que a levaria a determinados comportamentos confusos e sentimentos de aflição, por não poder identificar o seu valor real.


Inegavelmente, o ser humano é o Self, que lhe sintetiza todos os valores, como resultado de um largo processo evolutivo, no qual se daria uma unidade entre o consciente e o inconsciente.


Ele é o regulador da totalidade, síntese de todas as aspirações e aspectos da personalidade, expressando-se de forma equilibrada no relacionamento com as demais criaturas e com o meio ambiente no qual se vive.


A busca da perfeita integração da consciência com a inconsciência para a mais elevada expressão do Self constitui o desafio da existência humana, na sua marcha ascensional mediante o inevitável processo antropossociopsicológico.


As dificuldades e os impedimentos, os tormentos e as perturbações, os transtornos e os limites normais que caracterizam o ser, lentamente são trabalhados e corrigidas as imperfeições de forma que se possa alcançar a meta.


A Psicologia Profunda, assim como a humanista e a transpessoal, facultando percepções para a visão espiritual inerente à criatura terrestre, propiciam-lhe o autoexame, o conhece-te a ti mesmo, de modo que sejam desmascarados os artifícios do instinto e estabelecidos os princípios ético-morais da razão, auxiliando a conquista de todos os tesouros que lhe jazem adormecidos.


Nesse largo processo de evolução e de aprimoramento, a reencarnação enseja a lapidação das mazelas, burilando os sentimentos, desenvolvendo as emoções que passam a comandar as sensações e libertar das sombras tormentosas, impulsionando o ser para a conquista do numinoso, do samadhi, do Reino dos Céus...


A SAÚDE INTEGRAL

Considerado o ser humano um conjunto de elementos que se aglutinam para tornar-se uma realidade no campo da forma, é constituído, conforme já referido, pelo princípio inteligente do Universo ou Espírito, por uma espécie de envoltório semimaterial ou períspirito e pela matéria ou corpo somático.


Procedentes do Espírito todos os impulsos, esse é o agente dos sentimentos e do pensamento que se ampliam à medida que são aplicados nas realizações-desafio das diferentes existências planetárias. Sendo o ser por excelência, é formado por energia especial dotada de inteligência, na condição de herdeiro de Deus; e que, desde quando criado, avança sem cessar no rumo do infinito que o aguarda até alcançar a plenitude que lhe está reservada.


O períspirito que o reveste é o órgão no qual se insculpem as realizações que lhe procedem da essência, encarregando-se de modelar as futuras formas orgânicas e emocionais de acordo com os atos praticados no transcurso das existências da evolução.


O corpo é o envoltório mais denso e, possívelmente mais grosseiro, que expressa os conteúdos profundos que procedem da Energia pensante que lhe impõe, através do corpo intermediário; os mecanismos próprios para a aprendizagem e a reparação dos equívocos cometidos nos diversos experimentos a que vai submetido.


Por consequência, o ser humano é todo um complexo de elementos que se interdependem e se interligam, no entanto; colocado num contexto do qual não se pode evadir.


Preexistente ao berço carnal e sobrevivente à disjunção molecular, o Espírito é o agente da vida nos diferentes aspectos sob os quais se apresente.


Herdeiro de todas as realizações, seus pensamentos, palavras e atos programam os acontecimentos que o capacitarão para a vitória sobre o primarismo em que se apresenta nos primeiros cometimentos da evolução, tornando-se cada vez mais portador do conhecimento divino que nele jaz e das possibilidades superiores que igualmente se lhe encontram latentes.


A visão desse ser integral, não apenas da forma que sofre contínuas transformações, confere-lhe incontáveis oportunidades de aprimoramento que acena a felicidade possível de ser alcançada.


À medida que desenvolve os valores espirituais e morais que o exornam pela procedência divina, promove o progresso da Terra e da sociedade que compõe, facultando-se novos e admiráveis eventos propiciadores de avanços mais significativos, porque as conquistas enobrecedoras, na ciência, na arte, no pensamento; sempre se multiplicam por si mesmas, não seguindo a horizontal dos processos mecânicos e automáticos. A cada novo desempenho, mais se ampliam os recursos que facultam avanços mais expressivos, impulsionando-o sempre para adiante.


Enquanto se demora nas faixas mais primevas, a marcha se faz lenta, porque são muitos os impedimentos a vencer. No entanto; quando desabrocha a razão e se desenvolvem os painéis da consciência, com maior celeridade os acontecimentos têm curso e os avanços se tornam muito mais significativos. Há, por isso mesmo, um incessante enriquecimento de valores que tornam a existência digna e bela.


Apesar disso, a obstinação nos instintos primários, quando a razão e o sentimento se desenvolvem, ficando subjugados pelas paixões, atos vergonhosos de crueldade e de insensatez são realizados, gerando consequências que se transferem de uma para outra existência, em razão de a vida ser apenas uma, quer se esteja no corpo somático ou fora dele.


A Lei de Causa e Efeito, que é Lei da Natureza, imprime os seus códigos em nome da Divina Justiça e a criatura sofre os efeitos malsãos dos seus impulsos não controlados, das suas ações infelizes, da sua persistente rebeldia em não aceitar os convites superiores da ordem e do dever.


Graças a essa Lei, cada qual faz de si o que lhe apraz, com direito a realizar o que lhe pareça próprio, espontaneamente; porém retornando pelo mesmo caminho para recolher a desditosa sementeira, quando forem maus os seus atos, ou coletar as flores e frutos de alegria, quando os produzirem mediante o adubo do amor.


Dessa maneira, os distúrbios de toda procedência -sejam orgânicos, emocionais, mentais - e as ocorrências se apresentem como felicidade ou desdita, alegria ou tristeza, famílias cruéis ou ditosas, afetividade compreendida ou rejeitada, infortúnios ou bênçãos resultam das próprias realizações do ser eterno que se é; não havendo lugar para as fugas espetaculares que se pretendam, escapando-se aos resultados das opções anteriores.


Mediante um contingente de provações ou novas experiências sob o talante dos sofrimentos, porém, com excelentes possibilidades de recuperação, ou através das expiações que encarceram os calcetas nos limites impostos ao corpo ferido pelos dardos perversos dos atos transatos, o Espírito cresce e desenvolve os seus potenciais, porque é irreversível a Lei de Evolução.


Eis por que o binômio saúde-doença faz parte dos mais intricados processos de ação espiritual do ser, apresentando-se como medida de coerção, de corrigenda ou concessão de alegria; de compensação, de realização feliz.


Habitando hoje um corpo geneticamente bem-modelado; utilizando-se de um cérebro rico de possibilidades ainda não utilizadas, nem sequer numa terça parte, o Espírito dispõe de instrumentos de incomparável potencial para expressar-se na Terra e crescer na direção de Deus.


A concepção do cérebro triúno, como efeito natural do próprio desenvolvimento do agente de utilização dos seus inimagináveis recursos, atende às necessidades da evolução do Espírito, que poderá recorrer aos seus intrincados mecanismos de delicadíssima tessitura para alcançar os patamares mais elevados da felicidade.


A saúde, portanto, integral, somente será possível, quando o Espírito desvestir-se da inferioridade que ainda o retém nas torpes paixões e nos interesses meramente materiais, sutilizando as suas aspirações e trabalhando os metais preciosos dos sentimentos para permanecer em harmonia com as vibrações cósmicas que a tudo envolvem numa Sinfonia de excelsa beleza.


Através das construções mentais saudáveis, das ações corretas e das transformações morais necessárias, o ser, etapa a etapa; vai-se libertando das injunções penosas, experimentando os sofrimentos que haja instalado em si mesmo, e utilizando dos inestimáveis recursos médicos e psicoterapêuticos, conseguirá recuperar-se dos distúrbios afugentes, enquanto gera novos fatores que trabalharão pela sua paz e alegria de viver.


A saúde integral encontra-se, pois, ao alcance de quantos desejem sinceramente autovencer-se, seguindo os procedimentos morais e espirituais que a vida oferece, e toda vez que se engane e se perturbe, recorrendo aos métodos das ciências correspondentes, que são recursos oferecidos pelo Criador, que não deseja a morte do pecador, mas sim a do pecado, isto é, que sempre ampara aquele que erra, nele trabalhando a correção do fator de perturbação e de insânia de que se faça instrumento.


Nesse comenos, a vinculação religiosa dignificante constitui mecanismo de amparo à saúde, porque enriquece de emoções superiores os arcanos do ser, trabalhando-lhe o períspirito para que transfira para os painéis do corpo, da emoção e da mente, a música sublime do amor que tudo inunda e mantém.


O Numinoso

O nobre Jung encontrou no livro A ideia do Sagrado, do emérito teólogo alemão Rudolf Otto, a palavra numinoso, que lhe pareceu muito apropriada para traduzir a força espiritual; misteriosa, profética, que enseja qualquer experiência transpessoal ou imediata com a transcendência.


Originada do latim numen, significa gênio criativo ou energia, o numinoso se expressa em manifestação do inconsciente coletivo; que pode ser aterrador, provedor, abstrato, estimulante, que se caracteriza como uma realidade que é mais do que humana.


Ao ser encontrado o Self em plenitude, a pessoa experimenta a qualidade numinosa que está associada indelevelmente ao sagrado, à Divindade. Essa experiência de caráter numinoso não pode ser transferida nem explicada a outrem que não a tenha vivido, porque faltam meios para expô-la e demonstrá-la, da mesma forma como se alguém desejasse expressar determinados sentimentos a outrem que jamais os haja experimentado. É individual, intransferível e enriquecedora.


O Self não vive encarcerado nos limites da moralidade, sendo diferentes os seus atributos em relação aos daqueles que as pessoas vivenciam. Essa característica aparentemente amoral do Self nem sempre é percebida ou compreendida por diversos indivíduos que pretendem um encontro com o Self Superior, com o Espírito Guia, não sendo tão fácil o cometimento como a ignorância pressupõe. Encontros de tal natureza se revestem de grande choque emocional, momentaneamente indescritíveis; inesperados, incompreensíveis. Somente quando são superadas as muitas barreiras colocadas pelo ego e trabalhados os conflitos é que o Self adquire o seu conteúdo numinoso, que se exterioriza do Deus interno que se encontra em todos os seres humanos.


Assim, considerando-se o cérebro triúno, de Paul MacLean; nele encontramos toda a história antropológica do ser, desde os primórdios inscritos na presença do cérebro réptil, passando pelo mamífero e alcançando o neocórtex onde permanecem valiosas possibilidades ainda não identificadas de todo. O Self é, portanto; herdeiro de todo esse patrimônio conseguido através das centenas de milhões de anos. Para ser penetrado na sua grandeza e totalidade é necessário que se mergulhe o olhar para dentro de si mesmo, a fim de se poder identificar, com o numinoso, a grande meta para as experiências transpessoais.


Nesse capítulo, há lugar para as ocorrências paranormais, para os fenômenos mediúnicos e todos os estados místicos, mesmo que nem sempre se ajustem aos parâmetros psicológicos vigentes, pela maneira como se expressam rompendo os padrões convencionais até então elaborados para a compreensão da psique.


A experiência do numinoso estimula ao avanço do ser e à superação dos limites do ego, auxiliando a criatura ao triunfo pessoal sobre si mesma, sobre suas deficiências e dificuldades; desfrutando de felicidade.


O próprio Jung reconheceu que: "O homem não muda, na morte, em sua parte imortal; ele é mortal e imortal ainda em vida; poisétanto ego como Self."

Joanna de Ângelis

Joanna de Ângelis, que realiza uma experiência educativa e evangélica de altíssimo valor, tem sido, nas suas diversas reencarnações, colaboradora de Jesus: a última ocorrida em Salvador (1761 - 1822), como Sóror Joana Angélica de Jesus; tornando-se Mártir da Independência do Brasil; na penúltima; vivida no México (1651 - 1695), como Sór Juana 1nés de la Cruz; foi a maior poetisa da língua hispânica.


Vivera na época de São Francisco (século XIII), conforme se apresentou a Divaldo Franco, em Assis.


Também vivera no século I, como Joana de Cusa, piedosa mulher citada no Evangelho, que foi queimada viva ao lado do filho e de cristãos outros, no Coliseu de Roma.


Até o momento, por intermédio da psicografia de Divaldo Franco, é autora de mais de 60 obras, 31 das quais traduzidas para oito idiomas e cinco transcritas em Braille. Além dessas obras, já escreveu milhares de belíssimas mensagens.




FIM





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