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CAPÍTULO 41

Ação de Paz

No teu círculo de amigos não faltam aqueles que cultivam a violência, a arrogância, o espírito perturbador...


Bulhentos, irrequietos, gostam de promover desordens sempre armados contra tudo e todos.


Cuidado com eles!


Aconselham a anarquia, estimulam as arruaças, encorajam a malquerença.


Não te inspires na sua poluição mental, responsável pelo seu comportamento alienado.


Trata-os com gentileza, no entanto poupa-te à sua convivência malfazeja.


Eles são cansativos pela instabilidade e exaurem aqueles que os cercam, em razão da agressividade em que se debatem.


* * *

Há quem aconselhe revide a qualquer ofensa; reproche a toda insinuação; respostas ácidas às provocações...


O fogo não se acaba, quando se lhe atira combustível.


Assim também acontece com o mal.


A única alternativa é a que decorre da ação do bem, que apaga as labaredas da violência e estabelece a paz na qual o progresso se firma.


* * *

És instrumento da vida, para a tua e a felicidade geral.


Esparze alegria, sem fomentar o pandemônio.


Irradia dignidade, sem carantonha ou simulação sisuda.


Favorece a paz, sem pieguismo ou receio da perturbação. Tua realidade íntima, tua forma de vida pessoal.


Vive em paz, e apazigua todos quantos se acerquem de ti.




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