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Capítulo XXIX

Dor e alegria


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A dor é o caminho.

A alegria é a meta.


A luta é o veículo.

O aperfeiçoamento é a realização.


Vejamos a assertiva nos ângulos mais simples do quadro material em que estagiamos.

Os fios de condução da energia elétrica nasceram na condição mais humilde, mas, ligados à força da usina, transformam-se em mensageiros da luz.

O tijolo singelo em que se erige a parede que nos abriga passou pelo clima sufocante do forno, antes de converter-se em soldado da segurança.

A mesa que nos serve ao trabalho sofreu o império da lâmina que lhe suprimiu as arestas; no entanto, é presentemente um altar da cultura, em que se acomodam o entendimento sadio e a vibração da fraternidade, o livro edificante e o calor da oração.

As rosas que nos emolduram a noção de beleza, muitas vezes, são herdeiras do estrume; no entanto, se ainda ontem, desabrochavam na vizinhança do lodo, revelam-se agora por ânforas de perfume.

Ninguém pode negar o golpe do malho na bigorna ardente para modelar o ferro deseducado; entretanto, o suplício do fogo é um minuto de aflição plasmando a utilidade preciosa que seguirá servindo, na exaltação do conforto, por tempo indeterminado.

A semente na cova padecerá constrição e isolamento; contudo, após dias breves de asfixia e inquietude, elevar-se-á, generosa, por árvore dominante, a exalçar-se nas cores da primavera e a contribuir no tesouro do pão.


Em verdade, é preciso lutar para superar-nos; entretanto, é indispensável contemplar os cimos, se nos propomos atingir o templo solar.

Fixar demasiadamente a noite é perder a visão do dia renascente.

Buscar a revelação da aurora é alijar o grilhão das trevas.

Realmente, o Evangelho de Jesus é um poema de trabalho e de sacrifício a que não faltam a enfermidade e o desespero dos homens, com a flagelação e a cruz para o Emissário Divino. Todavia, a Boa Nova do Cristo começa nos cânticos das legiões celestes, acompanhados por vozes angelicais de pastores, (Lc 2:1) consolida-se numa festa esponsalícia em Caná, (Jo 2:1) avança com as esperanças e com os júbilos dos penitentes aliviados, detém-se nas fulgurações do Tabor (Mt 17:1) e termina com a Ressurreição do Mestre Inolvidável em pleno jardim. (Mt 28:1)


Cultivemos otimismo e serenidade, coragem e bom ânimo, acima das lições que nos reserva o caminho, de vez que toda nuvem chega e passa, toda tempestade surge e desaparece, porque, diante de Deus, que nos criou para a imortalidade triunfante, só a luz e a alegria querem a eternidade, a gloriosa eternidade…




Emmanuel
Francisco Cândido Xavier


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III Joao 1:1

O PRESBÍTERO ao amado Gaio, a quem em verdade eu amo.

3jo 1:1
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III Joao 1:1

O PRESBÍTERO ao amado Gaio, a quem em verdade eu amo.

3jo 1:1
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3jo 1:1
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O PRESBÍTERO ao amado Gaio, a quem em verdade eu amo.

3jo 1:1
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Lucas 2:1

E ACONTECEU naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse.

lc 2:1
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João 2:1

E, AO terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Caná da Galileia: e estava ali a mãe de Jesus.

jo 2:1
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Mateus 17:1

SEIS dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte.

mt 17:1
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Mateus 28:1

E, NO fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena, e a outra Maria foram ver o sepulcro;

mt 28:1
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