Estamos Vivos

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Capítulo II

2ª Mensagem

Querida mãezinha Geni, abençoe seu filho.

Venho dizer-lhe que estou bem. Tudo o que parecia um pesadelo, agora é sonho.

Susiene, peço a você não permitir que a mamãe chore tanto. Olhem, quando vocês me chamam chorando, fico doente e aflito sem saber o que providenciar.

O vovô Assis Carvalho está comigo, aqui. Abraços ao tio Rômel, Edmundo e a outros amigos.

A gente, na Terra, não nasce sozinho, pois a bondade de Deus não nos deixa chegar aqui a sós.

As vibrações de amor e de paz de mamãe e do papai me auxiliam muito, mas peço me auxiliem com mais certeza de que estou ausente, mas não distante.

Essa afirmativa parece contradizer-se, mas entendo por ausência esse muro vibratório que não nos deixa perceber a presença uns dos outros, e por distância considero o impossível, porque os que se amam nunca se separam.

Quero dizer à nossa Cleuza que a Lúcia Helena está conosco, e faz o mesmo pedido.

As preces dos tios ajudam muito, mas a gente por aqui precisa da certeza dos nossos, a certeza de que a morte não existe como fim da vida, e sim apenas como um sono fajuto, porque de fato a pessoa acorda e vive para continuar no que é, procurando melhorar para alcançar o que deve ser.

Mãezinha, Susiene e todos os nossos, um abraço de coração. Se eu disser até breve ou até logo, as expressões serão inadequadas entre as duas vidas, porque nós desejamos que todos vivam na Terra por muitos e muitos anos, servindo a Deus, amparando-se uns aos outros.

Receba mãezinha querida, todo o reconhecimento no carinho e no amor de seu filho


Sérgio

Sérgio de Assis Cesarino


MENSAGEM II


Mãezinha Geni, abençoe-me, é só um abraço.

A noite vai alta. Muito grato por haver recebido a minha solicitação.

Era mesmo dois abraços que desejava enviar ao tio Rômel e ao nosso caro Edmundo. Seu coração adivinhou e mais uma vez me auxiliou a acertar.

Por hoje nada mais posso escrever. Peço à Rejane que fique tranquila, amigos quando brigam um pouco, é porque se querem muito. E Rejane continua sendo para mim a irmã querida de sempre.

Mãezinha Geni, com todos os nossos, guarde o reconhecimento e todo o coração de seu filho, sempre seu,


Sérgio

Sérgio de Assis Cesarino


Das mensagens de Sérgio, transmitidas por intermédio do médium Xavier, a primeira a 7 de abril e a segunda a 4 de agosto de 1978, publicadas ambas num bem cuidado folheto, retiramos os dados necessários aos nossos apontamentos neste volume.

, filho de Boanerges Cesarino e de D. Geni Carvalho Cesarino, nasceu em Mococa, Estado de São Paulo, no dia 26 de junho de 1960, e desencarnou no dia 19 de janeiro de 1977, em decorrência de acidente automobilístico.

Residia em Fernandópolis, SP, mas se encontrava em férias, juntamente com a sua família, na cidade de Campo Belo, Estado de Minas Gerais.

O acidente ocorreu quando ele voltava de Belo Horizonte, Capital do Estado de Minas Gerais, onde havia feito sua matrícula para o 3º Colegial e o cursinho, no Colégio Pitágoras, na rodovia que liga a cidade de Formiga a Divinópolis, às 16:00 horas.


1 — Susiene — É a sua querida irmã, que contava quatorze anos de idade, quando aconteceu o acidente.


2 — Vovô Assis Carvalho — Trata-se do Sr. Francisco de Assis Carvalho, bisavô materno, desencarnado há 14 anos.


3 — Tio Rômel— Irmão de sua genitora, que dirigia o carro, na época com 28 anos de idade, solteiro, e também estudava em Belo Horizonte.


4 — Edmundo — Primo, filho de D. Cleuza, irmã de sua mãezinha, que também viajava com ele e ficou gravemente ferido, estando bem, atualmente, graças à Divina Providência.


5 — Lúcia Helena— Desencarnada a 23 de julho de 1977, ainda muito jovem. De família campobelense, residente em Belo Horizonte. Sérgio não a conheceu quando no Plano Físico; ela, porém, e sua tia Cleuza eram grandes amigas.


6 — Rejane — Sua grande amiga, residente em Fernandópolis. Com efeito, ela se sentia muito triste porque antes de ocorrer o acidente, por motivo de uma brincadeira, houve entre eles um pequeno desentendimento.


Nota de D. Geni Carvalho Cesarino: “Nesta segunda mensagem, Sérgio veio para esclarecer que esqueceu de acrescentar a palavra ABRAÇOS em sua primeira mensagem (esta palavra se encontra grifada na primeira mensagem), que sua mãe acertou quando a acrescentou.”


Da mais alta importância o que diz o Espírito de Sérgio, na Mensagem I:

“As preces dos tios ajudam muito, mas a gente por aqui precisa da certeza dos nossos, a certeza de que a morte não existe como fim da vida, e sim apenas como um sono fajuto, porque de fato a pessoa acorda e vive para continuar no que é, procurando melhorar para alcançar o que deve ser.”

De fato, não basta que façamos somente preces em louvor de nossos familiares desencarnados, e que é de valor incalculável, mas torna-se necessário que firmemos a nossa convicção do continuísmo da vida além do túmulo, não num sentido total, absoluto, porque correríamos o risco do suicídio inconsciente para retornarmos o mais rapidamente possível à Vida Verdadeira, mas uma convicção relativa das realidades do Mundo Espiritual, para tanto lendo senão livros espíritas, pelo menos obras espiritualistas. Numa palavra: combatendo em nós mesmos as ideias materialistas, seguindo, aliás, as sábias recomendações de Allan Kardec, o ínclito Codificador da Doutrina Espírita.


Elias Barbosa


Sérgio n
Francisco Cândido Xavier


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